sábado, 15 de outubro de 2011

737 - como uma lâmina vária assentada em cascata

um vento faz astúcia em minha face
recorta-me de reminiscência
imola-me lábios na palavra anunciada
um vento faz vertigem, miríade, miragem
um desconcerto que não ouso nominar
mas que ruge em meus supercílios

12 comentários:

MIRZE disse...

Ótimo ter sido o vento que imola, que dá vertigens, que desconcerta o inominável!

Bravo!

Beijo

Mirze

Everson Russo disse...

Vento que leva e traz amores,,,sentimentos,,,perfumes...abraços de bom sábado.

Fred Caju disse...

Cada título, independente já é um baita poema!

Lídia Borges disse...

737 poemas...
E sempre a mesma magia na leveza da palavra, mesmo quando a ela é "como uma lâmina vária assentada em cascata".

Um beijo

Denise Rodrigues disse...

oie...gostei do seu blog,muito bonito.. estou começando agora a escrever, desejo seguidores e em uma pequena audácia leitores,rsrs.. sempre vou retribuir comentários e visitas... as palavras me movimentam.. agradeço se me seguir,eu sigo de volta! bjs e abraços!

Sam disse...

Hoje o vento me soprou aos ouvidos, aquelas histórias de antigamente.
Guardei-o. Não o vento, o sopro.
Não nos ouvidos, no fio do cabelo.... e fui!

Abraços, querido Assis :)

Lua Nova disse...

O vento sempre me causa esse desconcerto que não ouso nominar...
Me deixo levar...
Beijokas e um lindo fds, meu poeta.

Ingrid disse...

a palavra corta por vezes..
beijo de carinho Assis..

Jorge Pimenta disse...

lâminas em acerto; utopias em desconcerto. e a cascata desaba...
abraço!

LauraAlberto disse...

o vento que chega e parte

abraço
LauraAlberto

Roberto Machado Alves disse...

Belíssimo.

Já estou seguindo o seu blog e passarei mais vezes para ler, pensar e repensar.

Um abraço
Roberto

dade amorim disse...

Vento que desarruma e desassossega.