quarta-feira, 26 de outubro de 2011

748 - canto de insolência para afago bandeiriano

tem um silêncio que sossega minha alma
se expande na fronte e nos supercílios
quando as brisas fazem coito no olhar
e vamos vivendo de brisa, frisa o poeta
com gesto pausado no horizonte infinito
sem vergonha de que as palavras soltas
possam pousar solertes no verso arredio

12 comentários:

Everson Russo disse...

E o poeta, da brisa,,,faz os seus sentimentos dispararem pelo mundo..abraços de bom dia.

MIRZE disse...

ASSIS!

É melhor mesmo viver de brisa e salve Bandeira!

Beijo

Mirze

Tania regina Contreiras disse...

"...as brisas fazem coito no olhar"...uai: isso é demais! Salve poeta poetíssimo, nesse meu orar-te tardio, que a manhã já se finda!
Beijos,

Luiza disse...

Assis! Cada poema teu é uma descoberta maravilhosa! Beijos

Cris de Souza disse...

levanto essa bandeira!

Dario B. disse...

E que para sempre sejam desavergonhados. Um abraço.

dade amorim disse...

Palavras às vezes pousam onde não se espera, que o diga Bandeira.

Beijo beijo.

Rejane Martins disse...

viração pela narina, um suspiro.

dani carrara disse...

sossegar a alma é muito bom

Jorge Pimenta disse...

silêncios que apaziguam e silêncios que alvoroçam. que palavra disso sabe mais?
abraço, poeta!

Ingrid disse...

.."tem um silêncio que sossega minha alma"..
para mim basta..
perfeito!
beijo querido.

Eder Asa disse...

Pouco se fala sobre o fabuloso.