segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

56 - Poema de uns nadas rudes

Inda tonto de tanto encanto
Vaguei vário de indolência

Da penitência e resguardo
Do teu soluço embriagado

Na antevéspera do abraço
A derramar clarão e alarido

2 comentários:

Mai disse...

Desvarios de um nada que é tanto que chega a gestar-se de um querer. Silêncio engravidado de palavra e depois se abandona parindo um poema. Exaustão. E o poeta resguarda em silêncio o vazio que novamente vai gestar e parir.
abraço.

nina rizzi disse...

eu tou com soluço embriagado, Assis...