domingo, 13 de dezembro de 2009

62 - Outro poema de correnteza

Talvez venham ilhas neste oceano sem fim
Olhos que aportem a maresia do mirar-te
Vendaval que sopre este soluço de paixão

Vaguem vagas para longe neste escarcéu
De imolar espíritos aos deuses do universo
No indolente balouçar das águas e mágoas

2 comentários:

nina rizzi disse...

Dandalunda e Oyá d'uma só vez.
Então hoje quando o vento Aracati me cortar os lábios, eu vou te acenar; e te jogarei uma flor ao mar...

Sim, sua canção de bem-me-quer está llenizada, visse.

Um cheiro.

Mai disse...

No mar alto a ventania, um escarcéu.

meu Deus, Assis, como incorporas a palavra, homem.

outro cheiro.