quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

59 - Poema de correnteza

Dos meus rios que vingam instantes
Sobram súbitas pedras em avalanche
Emaranham-se peixes à minha rede
Dão-me salto por sobre a correnteza

Cortam em lençóis que divagam ilhas
Súbitos redemoinhos e uns alvoroços
Paragens de encostas, nuas margens
Turbilhão que soçobra rude naufragar

3 comentários:

nina rizzi disse...

Assis, camarada, vc conhece a poesia do Romério Rômulo? este poema é "cara" dele. Acha ele lá minha lista de blogues.

Sim, ele é ótimo.. rsrs
Um beijo.

Mai disse...

Aqui Você é rio e poema.
Beijos.

Gerana Damulakis disse...

Estou acompanhando.