domingo, 12 de setembro de 2010

335 - poema para as horas mais céle(b)res do dia

queria ter mais diários abertos,
gavetas desarrumadas,
para que coubessem o inesperado

o crepitar da chama
na pele ou nas sílabas
numa fogueira
de corpos inflamados

28 comentários:

teca disse...

Hum... "caliente"!

Beijos e um ótimo domingo!

Ribeiro Pedreira disse...

querer um pouco mais de intensidade nunca é muito.

Ingrid disse...

amo o calor da vida!
um abraço e bom domingo.

Luiza Maciel Nogueira disse...

Espetacular Assis!

O desejo que move.

beijos

nydia bonetti disse...

também ando abrindo gavetas e diários em busca do inesperado... mas a dessarrumação é tanta, que nunca encontro nada. :) beijo, assis. bom domingo!

Jorge Pimenta disse...

e assim se evita
"a erosão da alma
debaixo da roupa"
(cesariny)

um abraço, poeta!

Everson Russo disse...

Mas no coração e na alma,,,cabem sempre os inesperados,,,são gavetas infinitas...abraços de boa semana.

Domingos Barroso disse...

é a mágica se revela
só em imaginar
...

Camarada Assis,
forte abraço.

Eder Asa disse...

O domingo não tem muitas horas céle(b)res. Amanhã volto a ler HAHA'

Abraço Assis!

Ana SS disse...

Sempre há espaço para o inesperado...!

Lívia Azzi disse...

E às vezes nos viciamos em seriar, ordenar e seguir regras... E talvez o inesperado não costuma vir quando tudo se encontra sistematicamente organizado...

Não dá pra seguir sempre em linha reta!

Um beijo!

Oria Allyahan disse...

Uma pena serem tão céleres estas horas célebres...

Abraços

^^

Non je ne regrette rien: Ediney Santana disse...

Vá La no meu blog há um vídeo poema meu, em algum lugar vc vai se encontrar Nele

Mirze Souza disse...

Assis!

O inesperado e a chama fazem parte da sua matéria-alma!

É de onde surgem esses versos que amamos.

Beijos, poeta!

Mirze

Insana disse...

Intenso poema.

bjs
Insana

Wanderley Elian Lima disse...

Olá Assis
Obrigado pela visita ao meu blog e pelo comentário. Quando puder volte, vou gostar muito.
Te sigo
Uma ótima semana para você

Primeira Pessoa disse...

e eu queria uma gaveta extra, vazia, onde coubesse pelo menos mil e um poemas de assis freitas.

Bípede Falante disse...

Eu também!!!!!!! :)

Gerana Damulakis disse...

MAIS um poema maravilhoso. Idem para o título.

Daniela Delias disse...

O comentário do Roberto traduziu o meu sentimento! Bjos!

nina rizzi disse...

as horas mais célebres... hm, coisa boa. e uma amiga aqui, na janelinha grita: eu nao aguento tanta intensidade. mas eu sim, nem todas gavetas me bastavam. mas, às vezes, uma sílaba é suficiente, a pele.

beijos.

Lau Milesi disse...

Nossa!!! Lindissimo, poeta!

Idem, idem... o inesperado é espaçoooooso como ele só.

Mas não podemos abrir as gavetas de qualquer maneira,
pois cada uma delas tem uma chave para ela só... (Do Pássaro da Alma).


Beijo
Bom dia!

Márcia Cristina Lio Magalhães disse...

"o crepitar da chama
na pele ou nas sílabas..."

Na pele e nas sílabas, as labaredas da tua escrita fluem...

aquele tal abraço!

Í.ta** disse...

queria ter mais poemas que me coubessem.

gostei muito.

grande abraço!

Lara Amaral disse...

Um calor costumeiro exala de sua página. Sempre bom!

Beijo.

dade amorim disse...

Você tem sempre palavras certeiras!

Cris de Souza disse...

Célebres são as horas que brilham tuas pérolas.

Mai disse...

As vezes faz bem ser ousado. As vezes é bom, não ser certinho. As vezes é vital não temer.

É preciso celebrar vez em quando.

cheiros