quarta-feira, 22 de setembro de 2010

345 - poema para a descoberta da morte

tudo morre meu filho,
nada nem ninguém suporta
a dor de uma eternidade

23 comentários:

Mai disse...

Isto é perfeito, Assis.
Todo vivente sofre, nos ciclos de nascer e morrer.



O que poderia ser a exceção deste poema? O antipoema do lixo não degradável.

cheiro e grata pela mensagem.

Zélia Guardiano disse...

Assis!
Isto é demais!!!
Que poema, meu querido...
Bravo!!!
Abraço

Gerana Damulakis disse...

Sempre um impacto.

Oria Allyahan disse...

Sem dúvida, Assis!

A morte é um descanso... mas eu me sinto bem estando cansada!

^^

Feeling what the other feels disse...

Passamos os nossos anos como um conto que se conta. Onde o para sempre é usado no fim. Perfeito. Um belo livro chamado bíblia sagrada diz que vivemos em média 70 a 80 anos, e que passando disso é só enfado e cansaço. Não é a toa que é o livro mais lido no mundo. Tava aqui pensando, o que será dos meus dias quando completar 1001... vai fazer outro blog né? Ler suas três ou quatro linhas para mim, já foram grandes imagens com diversos e adoráveis cenários, sempre com uma dose letal de sentimento. Se não for fazer outro, não apressa-te em terminar, contenha-se e poetize com um conta-gotas.
Boa quarta pra ti Assis.
Beijo meu'

Lau Milesi disse...

Poetizada com essa maestria "ela" dói menos.
Beijosss, poeta.

Wanderley Elian Lima disse...

Ainda bem, que nada é eterno.
Abração

Sandra Botelho disse...

A eternidade...Tão desejada e tão temida...
bjos achocoaltados

Eurico disse...

Quanta sabedoria em três versos curtos.
Quanta densidade...

Abraço.

Lara Amaral disse...

Paz, seria...

Úrsula Avner disse...

Olá caro poeta,

em poucos versos teceste com a graça da poesia, uma realidade profunda... Viver para sempre neste corpo de carne certamente seria um pesadelo. Um abraço.

Ingrid disse...

eternidade..
a morte é a serenidade..
a recompensa de uma vida de amor e dor.
E sempre vale a pena!
carinhos Assis..

ErikaH Azzevedo disse...

Grande verdade, a mudança é a morte das coisas, tudo estaque perde o brilho, a cor e a graça né. Somos renascimento.

BJoooo

Erikah

Pérola Anjos disse...

A eternidade pesa uma tonelada, mas algumas coisas permanecem vivas em nós e são elas que nos impulsionam e fazem renascer.

Cheguei aqui através do lindo espaço da Erikah e fiquei encantada!

Beijos!

ErikaH Azzevedo disse...

Tudo estanque..rs

só essa correção.

Tão bom vê a menina anjo por aqui..hehe

Bjos aos dois.

Vanessa Souza Moraes disse...

Meu blog mudou de endereço, o novo é:
http://vemcaluisa.blogspot.com/
:)

Luiza Maciel Nogueira disse...

nessa você superou que a sabedoria da tua poesia é grannde!

beijos

Jorge Pimenta disse...

não resisti a uma fuga à escuridão para me banhar com as tuas palavras, assis. que bom que tudo é assim tão perfeitamente finito!
um abraço!

Lou Vilela disse...

Filosofica.mente perfeito!

Abçs

dade amorim disse...

Lembrei de Clarice. Era assim que ela pensava.

Cris de Souza disse...

Veríssimo, meu caro!

cristina disse...

Belíssimo!

Mirze Souza disse...

Sempre quis ouvir ou ler isto.

Não sei se a eternidade é uma espécie de dor, mas dá uma nostalgia de não-movimento.

Aplausos!

Mirze