quinta-feira, 16 de setembro de 2010

339 - fantasia de menestrel para a donzela de singelos modos

ao encontrar-me depois de tantos desencontros
queria não mais ouvir as palavras
deixaria que só os gestos falassem
e do corpo brotasse o poema, aquele único
feito de néctar, sumos, sopros, poros

26 comentários:

Everson Russo disse...

Que desse corpo brote o poema do nectar do amor...abraços de bom dia.

Wanderley Elian Lima disse...

E os corpos, falariam todas as emoções.
Abração

Ingrid disse...

amo odores e sabores.. pele e palavras ... perfeito!
abraço.

Mirze Souza disse...

Assis!

Posso afirmar que do corpo de um poeta, nasce poemas assim.

A pele e os poros sensíveis, levam à mente o que o poeta quer.

Que seu desejo alcance a donzela!

Beijos, poeta!

Mirze

Fatima disse...

Lindo Assis!
Desculpe não ter vindo ainda te dar as boas vindas lá no Viver.
Seja bem vindo e fique sempre a vontade poeta!
Bjs.

Domingos Barroso disse...

E de tal poema "(...)de néctar, sumos, sopros, poros"

A alma impregnada.

Assis, camarada
forte abraço.

Feeling what the other feels disse...

Em tais momentos o descontrole dos gestos e ouvir o silêncio me bastam. Um ótimo dia Assis.

Luiza Maciel Nogueira disse...

do silêncio que diz a emoção!

Beijos!

Marcantonio disse...

Talvez o poema que do poeta não se separa, o autêntico, o que ele exercita na própria carne enquanto as palavras fogem.

Abração!

ErikaH Azzevedo disse...

O melhor poema é aquele que se lê no corpo, qdo o amor escreve, com suor, sumos, semem...desejo.

Ameiiiii esse teu..acho que foi o que eu mais gostei até hj.

Bjo ao menino.

Erikah

tania não desista disse...

...calem-se as palavras...que sentimentos exponham-se de outras formas!...belo belo!
bj
taniamariza

CANTO GERAL DO BRASIL (e outros cantos) disse...

Assis,
Mais um poema brotado das nuvens que chovem a mais pura poezia em tuas mãos...
Refresca vir aqui, seu moço...

Abraço ao vento,
Pedro Ramúcio.

Gerana Damulakis disse...

O corpo também sabe dizer, "o corpo fala", gostei demais.

Lara Amaral disse...

Bom ler coisas assim, fecundadas pelo pólen do vento.

Beijo.

Oria Allyahan disse...

Meio pornográfico, achei!

Esse poema "brotante" contrastou legal com os singelos modos da donzela!

E o mais interessante é que as palavras se escondem nessas horas e isso é bom.

Adoro escutar o som dos gestos!

^^

Lua Nova disse...

Acho que teus versos tem esse condão de acomodar olhares, sonhos, desejos e achares...
Cada vez que me "atraso" dois dias, em vez de castigo, sou premiada com a leitura dessas delícias.
"Não raro insisto em abismos..."
Eu também... mas teus poemas me resgatam.
Beijokas.

nina rizzi disse...

eu lembro quando escrevia, porque q'ria, coisas assim. e foice.

dade amorim disse...

Tão bonito, Assis! O corpo fala a seu modo.
Beijo.

Sandra Botelho disse...

Esse nectar que açucara o coração...
Bjos achocolatados

Primeira Pessoa disse...

não éa primeira vez que um poema seu me remete à música de elomar figueira de melo...

é um mundo, isto aí, zé de assis.

é um mundo, a sua poesia.

gosto muito, muitíssimo.
mas isto não é novidade nenhuma, né?

abração,

r.

Primeira Pessoa disse...

não éa primeira vez que um poema seu me remete à música de elomar figueira de melo...

é um mundo, isto aí, zé de assis.

é um mundo, a sua poesia.

gosto muito, muitíssimo.
mas isto não é novidade nenhuma, né?

abração,

r.

líria porto disse...

no poema 999, roda sobre teus pés e chega de novo ao número 01 - e continua assim, indefinidamente!
besos

Everson Russo disse...

Belo final de semana pra ti amigo,,,abraços.

Lou Vilela disse...

Poema de pele e de encanto.

Cheiro

Lau Milesi disse...

Lindo d+ ! Sensibilidade à flor da pele. Adoro seus títulos, são lindos poemas também.
Beijo

ErikaH Azzevedo disse...

Assis, tu sabes que meu post nasceu daqui né, agora ele tá mais completo, te referenciei nele viu, sobretudo esse teu poema.
Um beijo

Erikah