quinta-feira, 5 de maio de 2011

574 - canção para estilha de pedra no regato

também já fui diverso
avesso a união
universo de solidão

também já fui o verso
inverso da oração
apenso a tua estrofe

também já fui imerso
verbo estranhado
absorto na imensidão

15 comentários:

Angélica Lins disse...

Também já fui assim, hoje não.

Lindo Assis!

Beijo

Celso Mendes disse...

O título em si já é um poema. Mas há o corpo, absorto na imensidão poética.

Abraço!

Sam. disse...

imersa na imensidão desses versos, me perco e me encontro.

Um beijo, Assis!

Mai disse...

Coisa mais bonita é você, os seus versos e universos, Assis.
É um privilégio, sabe?

cheiros, muitos...

Aline disse...

Gostei daqui!
Voltarei mais vezes!
Aline

Lívia Azzi disse...

Já fui estilha de pedra perdida na correnteza...

Beijo!

Sonhadora disse...

Poeta

Verso e reverso...dentro e fora de mim...como sempre profundo.

Beijo
Sonhadora

Eder Asa disse...

Mas quem é diverso tem de ser favorável a união. União da minorias...

Mas já fui (e sou as vezes) perverso. E aí sou absorto em solidão!

Batom e poesias disse...

Mil e um Assis.

Assim que é bom.
bj

Rossana

Wanderley Elian Lima disse...

Nunca fui, só sou.
Abraço

Tania regina Contreiras disse...

Quem fui e quem sou: estou pensando, Assis, não sei ainda. Quando preciso sonhar, venho aqui.ô terreno árido, quando a poesia me falta!
Beijos,

Ingrid disse...

quem não foi? ... e a pedra verbo?
beijo Assis poeta ..

MIRZE disse...

ASSIS!

Pelo que você escreve, você já foi tudo! Ou é.

Beijos poeta MIL!

Mirze

Jorge Pimenta disse...

só porque alguma vez quase tudo fomos, hoje somos. e basta.
um abraço longo!

dade amorim disse...

O que se foi não quer dizer sempre.

Beijo.