sexta-feira, 20 de maio de 2011

589 - um outro poema já tão velho quanto a canção

desde que me desentendo com as palavras
uma voz soprano me habita os ouvidos
perambula em minha face descortinada
ansiando por horizontes e metáforas
enquanto assovio Joe Hill

22 comentários:

Ira Buscacio disse...

Assis querido,
Seu desentendimento com as palavras sempre me trazem aqui.
Bj grande e bom fds

Marco C. Leite disse...

Cara, sempre que passo aqui vejo-me em um outro mundo, o das palavras... parabéns...

Abraços

Everson Russo disse...

Metaforas de amor e sonhos...abraços de bom final de semana.

Wanderley Elian Lima disse...

Deixe que essa voz dite suas emoções.
Abraço

Jorge Pimenta disse...

caro amigo-poeta,
as palavras que não fazem tropeçar são moles e não me atrevo a incorporá-las no dizer :)
um abraço!

LauraAlberto disse...

as palavras, são usadas por ti com uma mestria única, sempre
Beijo
Laura

Lou Vilela disse...

Coisa de quem en.canta!

Cheiro

p.s.: por motivo superior, não tenho tido condições de comentar a maioria dos posts de amigos, mas sempre que posso, atualizo a leitura. ;)

Lou Vilela disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ingrid disse...

letras e melodias.. uníssono perfeito nunca perdido..
beijos Assis..

Bípede Falante disse...

Assis, eu venho aqui, eu leio, eu releio e eu me surpreendo. Se desentender com as palavras. Que imagem, que verdade, que invejaaaa de não ser minha essa frase :)
beijossss

Celso Mendes disse...

soprano ou tenor, essa voz tem a descompostura própria para falar a poetas, imagino.

espero que nunca torne fácil a vida das palavras, meu caro.

abraço!

Daniela Delias disse...

Imagine se fosse o caso de se entender com as ditas cujas rs!

Bjos pra vc.

Analuz disse...

A ânsia por metáforas e horizontes me traz aqui...

Beijinho de fim de semana, Poeta Assis!

MIRZE disse...

Desentendimento bom, esse seu!

Beijos poeta MIL!

Mirze

Smareis disse...

metáforas e horizontes faz uma combinação total. Gostei muito de ler um pouco seus textos. Voltarei mais vezes. Um forte abraço.

Lara Amaral disse...

Desentendimento passional que resulta em versos sonoros. Abro meus ouvidos!

Tania regina Contreiras disse...

Assis, saudades... De ti e de mim, que não tenho andado por aqui. Estou tentando me reconciliar com as palavras.

Beijos pra ti

Úrsula Avner disse...

Oi poeta, desentender-se com as palavras é o primeiro e decisivo passo na construção do poema... Muito bom ! Bj.

Cris de Souza disse...

fiu, fiu...

assovio de poeta é verso sonoro.

Luiza Maciel Nogueira disse...

assovio em verso, inspirações

bjs

Primeira Pessoa disse...

ao seu ouvido, o vento assovia Joe Hill.

currupios.

Eder Asa disse...

O velho é sempre contemporâneo. O novo não!