quarta-feira, 25 de maio de 2011

594 - balada de esquecimento aos longos cursos d’água

há um desembaraço na calmaria desse dia
que já se agitou em pretérita tempestade
hoje a polidez é fonte de tua anunciação
as águas de augúrio perderam-se no mar
são astros lívidos no mais longo dos ocasos

17 comentários:

Wanderley Elian Lima disse...

Olá Assis
Que o dia continue calmo e inspirador.
Abraço

Everson Russo disse...

Que esse esquecimento jamais envolva o amor...abraços de bom dia meu amigo.

Abraão Vitoriano disse...

saudades daqui
e o desembaraço
no seu caso
é poesia à vista

abraços,
do menino-homem

fique com Deus!

e continuemos...

Lídia Borges disse...

A bonança que se segue à tempestade, uma balada de nudez no ocaso.

L.B.

MIRZE disse...

ASSIS!

Vou encontraras águas de augúrio e trago para você.

LINDO!

Beijos, poeta MIL!

Mirze

Malu disse...

Assis,


Vim beber das águas de sua poesia... Sempre belas , sejam revoltas ou em calmaria.


Bjo

.maria andrade. disse...

é tempo de apolo!

bjos,
Maria.

Lara Amaral disse...

Maravilhoso! Simplesmente assim...

Eder Asa disse...

Eu diria, Lara:
Maravilhoso! Complexo assim...

Nilson disse...

É impressionante, de fato, essa sua empreitada. Mil e um é como um longo curso d'água. Belo poema, como todos que tenho lido aqui.

Daniela Delias disse...

Pra falar a verdade, teu poema desembaraçou a minha madrugada...

Bjinho ;)

Jorge Pimenta disse...

há desembaraços que nem o mais legítimo dos augúrios ousa desnovelar [até porque há nós que se reafirmam necessários na sua primordialidade].

dade amorim disse...

Um outro lado do amor, às vezes esses "astros lívidos" são um conforto para quem conseguiu esquecer.
Beijo.

Ingrid disse...

esquecer na desilusão..
beijo Assis

Vais disse...

parei neste verso, Assis
"são astros lívidos no mais longo dos ocasos"

beijo prati

Bípede Falante disse...

Longo ocaso acho que não tem cura. Será que tem???
beijoss

Rejane Martins disse...

Correnteza ou desembaraço, tua poesia pouco cabe num só basta.