domingo, 4 de julho de 2010

265 - das coisas que se eternizam

Tenho distancias não percorridas
No vão das águas que me pejam
Mares de incertezas, clamores
Este contínuo vendaval que vem
Como barco do infinito me beijar
Nesta rota de caos e úmida névoa

17 comentários:

Zélia Guardiano disse...

Assis
Qualquer hora nos encontraremos, pois minha rota é essa, tua...
Grande abraço

nina rizzi disse...

e tudo aquilo que não aconteceu. ou... foi naquela noite?

Tania regina Contreiras disse...

Beijos de um vendaval: arrebatador!

abraços, Assis

Ribeiro Pedreira disse...

"as coisas que não conseguem ser olvidadas continuam acontecendo"
(Mário Quintana)

Luiza Maciel Nogueira disse...

das coisas que se eternizam, das coisas que não se esquecem, das coisas que nos são. Magnífico.

Beijos

Everson Russo disse...

O importante nessas aguas da vida é nunca deixar de percorrer em busca de se encontrar...abraços de boa semana.

Fouad Talal disse...

incaminha...

Joana Masen disse...

Mil e tantas coisas eternizadas em seus versos.
Obrigada pelo carinho e sempre.

Lara Amaral disse...

O horizonte nunca chega, a percorrer é sempre o que falta.

Abraço.

Sandra Botelho disse...

Essas incertezas que nossas rotas nos deixam é que torna nossa vida uma eterna descoberta.
Bjos achocolatados

Ana SS disse...

Também tenho distancias nao percorridas...

Mirze Souza disse...

Esse vendaval pega todos nós.

Lindo poema, Assis!

Beijos

Mirze

Gerana Damulakis disse...

Mais um poema belo, rico, intenso.

Marcantonio disse...

Mares de incerteza se eternizam. Nunca plácidos. Um dos mais belos poemas que li aqui, Assis. Vão das águas? Incrível.

Abração!

Jorge Pimenta disse...

são as distância não percorridas que nos fazem correr... permanentemente. completem-se algumas; jamais todas, ou inevitavelmente acabamos por parar.
um abraço, assis!

Batom e poesias disse...

Assis
Quando percorrer todo o caminho, obviamente chegará...
Onde?

bjs
Rossana

ErikaH Azzevedo disse...

Eternas são sempre as saudades do que ainda não vivemos né! Sei bem do que vc fala menino, sei bem...


(...)
E é só você que tem
A cura do meu vício
De insistir nesta saudade
Que eu sinto de tudo
Que eu ainda não vi.

Renato Russo