domingo, 11 de julho de 2010

272 - como um parasita suicida


Vivo a aspereza do verso em abismos
No vão intumescido das tuas coxas

17 comentários:

Angélica Lins disse...

Uma aspereza de abismos que encontra a suavidade da pele.

Bom domingo!

Anônimo disse...

uri!

ninar.

Mirze Souza disse...

Vives tão intensamente, ASSIS!

Beijos

Mirze

Jorge Pimenta disse...

a mulher e a poesia; o par maior de uma combinação cósmica que faz a máquina girar... mesmo que encriptada... mesmo que sem a enigma...
um abraço!

Andrea de Godoy Neto disse...

se é àspero o verso em abismos, o poema é macio, tal toque de seda sobre a pele


beijos

Mai disse...

As vezes rasga, as vezes desliza. Mas no corpo do poema, o vão das coxas, é morte certa, a melhor delas.

cheiros, poeta.

Cris de Souza disse...

De levantar os poros!

Beijos, Assis.

Maria Vieira disse...

uau! que arde.

Batom e poesias disse...

Então vives bem...
:)
bjs

Úrsula Avner disse...

Olá poeta,

seu viver poético parece mesmo intenso e mergulhar na poesia é desentender de si mesmo... Muito bom ! Um abraço e obrigada pelo carinho,

Úrsula

Gerana Damulakis disse...

Muito bacana.

Tania regina Contreiras disse...

Esse é de acender, Assis!
Abraços,
Tânia

Katrina disse...

A melhor poesia sempre está lá

Luiza Maciel Nogueira disse...

verso sensual com abismos e prazer.
Belo.

beijo

Lara Amaral disse...

=)
!!!

Beijo, poeta.

líria porto disse...

abismos vãos precipícios picos - tudo quanto representa nossos despencares...

besos

dade amorim disse...

Versos e abismos, o par perfeito, no melhor dos suicídios.