quinta-feira, 8 de julho de 2010

269 - Berceuse para campanário e andorinhas

Estimo que a tarde se desfaça em abóbora sinfonia
Enlouquecendo os girassóis que guardo em relíquia
Purificando o sal que verte em águas na minha face

21 comentários:

Marcantonio disse...

Fora de série. E que título, quase poema independente! Em uma de suas cartas, Van Gogh fala do quadro Berceuse e diz tê-lo imaginado para ser pendurado entre dois dos seus Girassóis!

Abração!

Everson Russo disse...

"Enlouquecendo os girassois que guardo em reliquia", super interessante isso,,,abraços de bom dia.

líria porto disse...

donde vais eu voo - como um girassol...

Tania regina Contreiras disse...

Assis, leio você duas vezes por post, porque os títulos são um espetáculo à parte, sempre. E fico com a imagem (e a minha imaginação) dos girassóies enlouquecidos: uma beleza de ver!
Abraços,
Tânia

Lau Milesi disse...

Lindo como o amarelo do girassol e gostoso de se "ouvir".
Uma bela canção de ninar. Parabéns!!!
As suas "andorinhas" agradecem.[rs]
Um abraço

Mirze Souza disse...

Girassóis e sais se dão muito bem.

Mais um belo poema!

Berceuse!!

Beijos

Mirze

Lara Amaral disse...

Tardes que decantam lágrimas.

Sempre belo, Assis!

Beijo.

Ribeiro Pedreira disse...

ao fim das lágrimas, a tarde invoca uma noite sublime.

[ rod ] ® disse...

Das faces cansadas e ainda carentes de esperança burlesca!

Abs meu caro.

Luiza Maciel Nogueira disse...

qualquer dia essas águas ainda irão lhe fazer sorrir. :) bjs.

Insana disse...

O que eu mais gosto das tardes é que sei do anoitecer...

bjs
Insana

Insana disse...

O que eu mais gosto das tardes é que sei do anoitecer...

bjs
Insana

Insana disse...

O que eu mais gosto das tardes é que sei do anoitecer...

bjs
Insana

nina rizzi disse...

várias imagens me foram sugeridas, como rosários a me prenderem os ovários. e os pixies. elfos tocadores de violinos ensurdecedores/ enlouquecedores.

que doideira.

beijos.

Andrea de Godoy Neto disse...

imagino os girassóis enlouquecidos, dançando de mãos dadas (ou seriam folhas?) sob o céu de abóbora da tarde se despedindo...

que lindo!

um beijo, assis!

dade amorim disse...

Como numa animação, e os grãos de sal brilhando nessas águas/lágrimas.

Beijo beijo.

Gerana Damulakis disse...

O sal que verte em águas: que achado!!! Maravilha, Assis.

Mulher na Polícia disse...

Grande expectativa, tristeza e esperança.

Beijos e boa noite.

José Sousa disse...

Olá... Estive lendo o seu espaço e gostei imenço.PARABENS e continue.
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Um grande abraço

Jorge Pimenta disse...

curioso que tenhas falado de girassóis. ontem assisti a uma peça de teatro bem alternativa ("vincent, van, gogh") que partia e chegava nas pétalas dos girassóis.
também ali a loucura e a purificação eram a tela que emoldurava o homem...

Mai disse...

Incrivelmente belo.
Coisa de doidice, 'louquice' ou puro gozo. O fato é que tem a força de uma libido que ao final faz chorar.

Tens uma especialidade que me encanta - nomear poemas com imensa ternura.

muitos cheiros