sexta-feira, 16 de julho de 2010

blogagem coletiva - Tempos de criança

ao aniversário do poeta Abraão Vitoriano

prosa para moça e vestido

Já era hora de ir-me,
Tu dizias em silêncio

Eu ria do mel em ti
Dos tantos sabores
Para não ficar impune

E esquecer a saliva nossa
Em todos os cantos do dia

26 comentários:

Zélia Guardiano disse...

Amigo Assis
Lindos versos, linda homenagem, lindo tudo...
Este teu espaço é a morada da Poesia com letra maiúscula!
Adoro vir aqui!!!
Abração

Jorge Pimenta disse...

assis, ainda procuro as roupas com que me despiste há instantes... :)
impossível comentar; a poesia se explicada perde toda a sua essência. a exegese está em ti mesmo, querido amigo! um abraço!

Fred Matos disse...

Que beleza, Assis.
Ótimo fim de semana.
Grande abraço

Ribeiro Pedreira disse...

tornando o dia umidamente doce.

Daniela Delias disse...

"Eu ria do mel em ti...". Ah, Assis, pude ver a moça, me ver moça, ver todas as moças entre vestidos e sorrisos, que coisa mais linda! Escreves tantas coisas lindas, mas esse aqui me deixou sem palavras! Um beijão, carinho.

Joana Masen disse...

Assis, a cada visita ao teu blog levo comigo um pedacinho seu... como que um pequeno retalho para construir uma grande colcha poética. Lindo!
Bjos!

Abraão Vitoriano disse...

tão jovem
e já poeta:
sim, o amor era morada!

obrigado pela atenção neste dia,
e não deixe de visitar os outros endereços da blogagem...

fica com Deus,
e você escreve grande!

abraços,
do menino-homem

Ana SS disse...

Somos tagarelas em silêncio!

Adriana Karnal disse...

Assis,
Deveria te ler mais...em todos os cantos daqui.

Vanessa Souza Moraes disse...

O silêncio e suas mil interpretações.

[ rod ] ® disse...

O silêncio nunca esquece das rotinas de sempre! abs meu caro e parabéns ao Abraão.

Eder Asa disse...

A prosa pro vestido e o verso pra moça.

O me(u)l em seus versos é ácido (e base).

Tania regina Contreiras disse...

Uma belza, Assis... Eu quase te releio quando o leio. Traço pontes entre teus poemas, que são tão novos, estreiam-se sempre, mas trazem um fio contudor.
Abraços,
Tânia

Mirze Souza disse...

"DIZER EM SILÊNCIO" - brilhante!

Parabéns, poeta e parabéns Abraão!

Beijos

Mirze

Solange Maia disse...

ah... esse mel...
esse mel dura a vida inteira !

beijos poeta !

Gerana Damulakis disse...

Beleza.Homenagem mais que bela.

Anônimo disse...

"Suspiro"

Liiindo

Juliana Lira disse...

Lindo!

Milhões de beijos

nina rizzi disse...

sentia falta já daqui. mas liguei pra uma amiga e pedi pra ela te me recitar... rsrsrs... mas eu prefiro ver com meus próprios olhos :)

beijos.

Isabel disse...

«Moça», «vestido», «mel», «saliva», «silêncio», tempo... lugar... e nasce um poema visual! BRAVO!

Um abraço poético,
Isabel Montes

CARLA FABIANE... disse...

oi!
vim, deixar meu carinho de criança e me encantar em seus versos...
bjs...

Lou Vilela disse...

Belo e sinestésico!

Beijos

Í.ta** disse...

blogagem coletiva. gosto disso. o quanto esse universo blogueiro nos permite conhecer e manter contato com pessoas e escritos.

e que versos, meu caro!

os dois últimos,
um soco!

abraços.

Mai disse...

Doce infância que para um é mel e para outros é mito de infância feliz.

Incrível como és portal de poemas.

te cheiro.
Há cheiros de mel?

ErikaH Azzevedo disse...

E eu acho mesmo que esse esquecer-se da saliva é que é o mais dificil...e é tão bom manter o gosto do outro na boca.Bom demais...

Um beijo

Erikah

Curiosa disse...

Belíssimos poemas ...
Ia passando e fiquei ...
beijos