terça-feira, 16 de março de 2010

155 - toccata

Fizeste tanta festa
Que o corpo exauriu
Restou o hiato do riso
O doce flamejar
De uma nuvem sobre
A paisagem inerte
De nossa mansidão

11 comentários:

NãoSouEuéaOutra disse...

Ninguém aguenta tanta festa!! risos...

Mai disse...

Depois é enredar segredos e trançar pernas.
Doce morte.
abraços, poeta

Joana Masen disse...

Entre a festa e o hiato do riso nascem os mais belos poemas, como este.
Abraço!

nina rizzi disse...

podia casar com a minha fuga que, sim, casava com chopin, mas o requiem é puro hiato, camarada.

um beijo. e me devolva nos olhos, sff.

Wilson Torres Nanini disse...

Parece vir cheio de uma alegria sortilegiada. E agora é mansa poesia inundando tudo. Abraços!

Jorge Pimenta disse...

Não há festa sem nuvem... Como só se fez a seta porque há alvo ou automóvel para viajar...

Um abraço, Poeta Amigo!

Maria V. disse...

que bonito blog...

Lara Amaral disse...

Algum momento, entre poesia e frenesi, de calmaria.

Beijo.

Gerana Damulakis disse...

"hiato do riso": um achado poético belo belo.

Primeira Pessoa disse...

assis, cê é foda.
aumenta um zero na frente dos mileum?

pô, vou ficar órfão?

vou inicar uma campanha mundial na blogosfera.

se o lula tem o Fome Zero, nós teremos o "Aumenta um Zero".

atendidos, ficaremos zero a zero, você e nós, seus fãs.

LauraAlberto disse...

eu subescrevo, aumenta um zero!!!
Aumenta dois!!! Nós precisamos destes poemas para conseguir viver!