segunda-feira, 1 de março de 2010

140 - rubro breakfast


O hálito da manhã
Perdura ainda nos lençóis
Enquanto o sol faz saliva
Em nossos olhos

12 comentários:

Beatriz disse...

adorei a imagem do sol fazendo saliva, muito bom.

Lara Amaral disse...

Bom mesmo, de ler, de sentir...
=)

nina rizzi disse...

e ainda tem "neguim" que vem me falar de poemínimos perfeitos...

adoro este sítio, assis.

te cheiro esses sóis.

Mai disse...

Um espreguiçar poético, com cheiros e luzes.
Gaiata e deliciosa imagem. Você tem cada uma...Melhor que a outra!abraços, poeta!

Lou Vilela disse...

Dependendo do que se contempla, resta-nos salivar... ;) - E ao sol também!

Bjs

J.F. de Souza disse...

assim
começa-se bem
um dia

Wilson Torres Nanini disse...

Você esculpe a coisa só pra botar uma aura a adejar em torno dela. Ótima poesia! Estou te seguindo!!!

J.F. de Souza disse...

Lamento o tempo sem vir aqui, caríssimo. Andava um tanto distraído esses dias. Mas agora estou por aqui, pra me atualizar com tua bela Poesia.

1[]!

Jorge Pimenta disse...

Pequeno poema transbordante de sensualidade... O cruzar da imagénica amorosa ("lençóis", "saliva") com a do alvorecer ("manhã, sol") é de uma maestria incrível. Pergunto-me se não será exactamente isso, o amor: uma alvorada que tem de renovar-se a cada instante...

Abraço!

Gerana Damulakis disse...

Muito bom mesmo!

Moacy Cirne disse...

Perfeito.
Pu quase.

Abraços.

ErikaH Azzevedo disse...

..Um tal agua na boca num iluminar de mil sóis que vai dentro , né! É o extase de quem ama meu querido.

Bjos

Erikah