quarta-feira, 12 de maio de 2010

212 - cântico para engenho de amor

primeiro foi uma saudade tola que me deu
depois reticências fincaram-se nos escritos
- feito sombras de um destino cigano -
agora sou todo ermos sob a lua de abril

13 comentários:

Primeira Pessoa disse...

maradona de feira,
como doem as reticências fincadas nos verbos... como doem....

212... pô, tem gente de perder a conta?
tem jeito de recomeçar a contagem?

tem jeito?

nina rizzi disse...

mas é em maio que todas as flores, aí na bahia, renascem azuis, hm?

ah, meu caro, as reticências também me sobejam. saudade pouca é bobagem. poesia muita é tudos.

beijos.

Lou Vilela disse...

Belíssimos acordes notívagos, Assis! Sob a lua, também te observo!

Beijos

Jorge Pimenta disse...

já estamos em maio, querido amigo. as flores irromperam do seu cativeiro e a lua deu a vez a um sol que rasga o peito e reacende a saudade... sem reticências ou ermos na sintaxe ou no coração.
um abraço!

Lara Amaral disse...

Tudo começa com as reticências...

Abraço.

Insana disse...

Não vá duvidas, tenha a certeza em sí

Bjs
Insana

Tânia regina Contreiras disse...

Reticências são minhas pendências...Amanhã eu digo, amanhã eu falo, nada está completo, algo ficou em aberto, sempre e sempre: reticências!!!!rs

Abraços, Assis

Mai disse...

A saudade de amor é assim, interminável e reticente do princípio ao sempre.
Bela imagem.
um beijo

Mirze Souza disse...

Ah saudade!

Sombras de destinos!

Belo Assis!

Beijos

Mirze

Juan Moravagine Carneiro disse...

Aos poucos vou percebendo em seu espaço que será necessário adentrar em seus arquivos...para mergulhar nos 210 outros poemas...

abraço

Jorge Pimenta disse...

já passaste no blogue do pedro ramúcio, assis? não deixes de o fazer :)
um abraço!

Marcantonio disse...

Cântico-ilha: o silêncio suspenso ao redor em estado de graça. [...] fincadas como sombras de um destino cigano? Que imagem, meu amigo! Coisa de mestre.

Abração.

Gerana Damulakis disse...

Muito muito muito belo.