sexta-feira, 28 de maio de 2010

228 - poema da mais casta paixão


tens amor em segredo de castiçais
em noites esgueiradas de delicadeza
quando os lençóis investem-se
de uma sobriedade atroz e tentam
cobrir a fortuna das tuas violetas

17 comentários:

Joana Masen disse...

Paixão devastadora e pura.

Mai disse...

É verdade, é preciso velar esses amores e deles, a inocência. Belo, belo.

Zélia Guardiano disse...

Lindo demais, Assis! Lindo e suave: uma pluma sobre cetim...
Grande abraço

Lou Vilela disse...

Lindo e delicado, Assis!

Cheiro

Marcantonio disse...

Mas ainda assim as violetas pulsariam sob os lençóis opacos e sóbrios.

Abração.

Tânia regina Contreiras disse...

Que suave, belo, delicado, Assis...e ainda tem violetas!

abraços,
tania

Luiza M. Nogueira disse...

Lembrou-me uma cena de um filme, daquelas cenas do Rei Arthur. rsrs. Beijos.

Jorge Pimenta disse...

sinto as luzes brancas que, esgueirando-se pelos interstícios do éter, repousam no poema. neste poema.
brilhante como a luz! leve como o ar!

um abraço, poeta!

dade amorim disse...

Um poema que tem cheiro de fato antigo, leve e delicado, como os olhares de outro tempo.
Muito bonito, Assis.

Beijo.

Lara Amaral disse...

Paixão velada, Assis, tão bonita!

Beijo.

Isabella Nucci disse...

um poema sutilmente romântico; não tem como não ficar encantado :)
beijos.

Vanessa Souza Moraes disse...

paixão e castidade não combinam, rs.

Mirze Souza disse...

Maravilhoso!

A simbologia aqui reina em castiçais de pureza!

Perfeito!

Parabéns, poeta!

Beijos

Mirze

Andrea de Godoy Neto disse...

que lindeza, assis!

e, a despeito da sobriedade dos lençóis, as violetas rebentam em flor...

abraço pra ti

Macaires disse...

Amor em segredo de castiçais é atiçado pelo fogo da paixão....

Muito belo!

Gerana Damulakis disse...

De fã: lindo!

ryan disse...

contra a repressão dos lençóis
pelo laissez faire da natureza


poema cativante!