sábado, 23 de outubro de 2010

376 - Poema para um silencio e a tua brincadeira

Eu esqueci de dizer que queria.
Apontei, fiz o gesto para depois.
Voce respondeu que sim.
Eu achei que o tempo esperaria.
E assim ficamos.

28 comentários:

Cris de Souza disse...

voltei pra dizer: implacável!

beijo.

Everson Russo disse...

O tempo é implacavel meu amigo, ele não espera o segundo que temos em mãos,,,abraços de bom sabado.

Ingrid disse...

no silencio da espera.. e nada aconteceu..
beijo.

Maria Andrade disse...

minha vitamina diária

Wanderley Elian Lima disse...

Só que o tempo não espera, ele é cruel, e temos que resolver tudo no momento.
Abração

viverempalavras disse...

Quantas vezes ficamos assim, caro Assis. Seu poema de hoje comunica muito comigo e os "assim" da minha história. Gostei demais!

Abraços!

Malu disse...

Assis ,
adoro essas suas poesias mínimas
que dizem Tudo !


BjO ......... :)

Malu disse...

Assis ,
adoro essas suas poesias mínimas
que dizem Tudo !


BjO ......... :)

Feeling what the other feels disse...

Não se deixa para depois o que muito se quer. O tempo não espera. Assis gesticulando. Eu levo-te mais uma vez poeta.
Beijos da Joicinha, bom fim de semana.

Lara Amaral disse...

Por diversas vezes, o tempo vê-nos passando.

Beijo.

Mai disse...

O tempo nunca está para brincadeiras. Se não aproveitamos alí, na hora, ele passa, vai embora, segue em frente, e depois só retorna em palavra, ou na poesia do que agora é apenas lembrança.

cheiro

Mirze Souza disse...

Sempre o tempo é o amigo da onça que atrapalha tudo!

Tudo que em tão pouco se diz!

Parabéns, poeta MIL!

Beijos

Mirze

Zélia Guardiano disse...

O tempo, meu amigo Assis, é de uma crueldade imperdoável!
Ele se diverte fazendo malvadeza conosco.
Sua alegria é nos ver com olheiras, sinal de noites mal dormidas; com os cantos da boca caídos; com a alma em soluços... Af!!!
Mais um poema que me prende , que me conquista: lindo demais!
Abração

Oria Allyahan disse...

O Tempo... como pode reunir tudo em si mesmo?

Pode ser a melhor solução, mas pode fazer as coisas esfriarem, os amores morrerem, a vontade passar, assim como a dor levar ao longe(ou não)...

Tempo... grande aliado das impressões, na verdade...

Belo poema; faz-nos refletir!

Grande abraço, Assis. Saudade =p

^^

Marcantonio disse...

Não se deixa para amanhã o que... Parece ser verdade.

Grande abraço.

Em@ disse...

quanta verdade nesse seu poema. tanta coisa que não chega a ser, porque deixamos para depois "acontecer".
beijo

Lau Milesi disse...

Muito fofo esse poema.Angelical. Parece um recadinho...
Lembrei, mais uma vez, do poetinha, o Grande Vinicius de Moraes:
"Meu tempo é quando".
Beijo, poeta Assis.

Andrea de Godoy Neto disse...

o tempo não espera...
mas e nós, que ainda esperamos por ele?

Eu estava lendo os poemas dos últimos dias, me perdendo aqui e ali em caminhos secundários das tuas palavras...e tive uma certeza:
Assis, eu quero um livro desses poemas!

beijo

Bípede Falante disse...

E não vamos fazer nada??

Eder Asa disse...

Fotografia...

Daniela Delias disse...

"És um senhor tão bonito...tempo, tempo, tempo, tempo..". Ah, meu poeta mais caro, que bonito!

Gerana Damulakis disse...

E o tempo não espera. Bonito, Assis.

teca disse...

Pô... nada é por acaso...

Boa semana.

Beijos.

Jorge Pimenta disse...

é entre os silêncios com palavras e os silêncios esvaziados que se constroem os maiores mal-entendidos. e assim se fica, perdido, algures num tempo esquecido...
um abraço!

Jorge Pimenta disse...

é entre os silêncios com palavras e os silêncios esvaziados que se constroem os maiores mal-entendidos. e assim se fica, perdido, algures num tempo esquecido...
um abraço!

Renata de Aragão Lopes disse...

Bravo!

dade amorim disse...

Depois se diz: quanto tempo perdido.

* Felicidade Clandestina disse...

Que triste.