segunda-feira, 25 de outubro de 2010

378 - Poema sobre um campo de origamis

                              p/ Mai

Enquanto dobravas os papéis
E com eles recortavas o horizonte
E tecias uma fina rede de sombras
O tempo dobrava os seus sinos
Clamava a liberdade dos olhares
Refazia a íngreme caminhada
E sobravam gestos e dobrados
Para a festa de crianças na varanda


P. S. O campo de origamis da Mai está aqui.

21 comentários:

Zélia Guardiano disse...

Assis
Eu já estava encantada com o campo de origamis da Mai.
Agora você vem e redobra o encantamento!
Lindo demais!
Abraço, grande poeta!

Jorge Pimenta disse...

li o poema da mai, assis. acabo de ler o teu. só me ocorre, num e noutro caso, que estou perante verdadeiros artífices da palavras, para quem as mãos não encerram segredos. origami verbais é o que é!
um abraço a ambos!

nydia bonetti disse...

Mais tsurus voando por aqui... beijo, Assis.

Sandra Botelho disse...

Deliciosas palavras...Bjos achocolatados e uma linda semana pra ti.

Mirze Souza disse...

Assis!

Esse campo de "origamis" da Mai, merece que os sinos dobrem.

Dobram para ela e por você.

Beijos poeta MI

Mirze

Mai disse...

Eu me dobro diante do teu poema e me desdobro em reverências.
Você faz simplesmente o que quer com a palavra nas dobraduras do papel, Assis.
Imensa admiração,

Grande abraço, poeta.

Mai disse...

Obrigada, obrigada, obrigada... Um vasto campo de origamis e mil e um abraços.

Ingrid disse...

Se te disser que me emocionei e me vi amando ainda mais a delicadeza dos origamis tão bem dobrados e desdobrados em tuas palavras Assis..
Um beijo.

Pablo Rocha disse...

As imagens que sua poesia e a inspiradora formam na cabeça é sensacional, Assis. Muito bom o que vc escreve.

Abraços!

Tania regina Contreiras disse...

Li a Mai...coisa mais linda... E aqui, já nem preciso dizer, porque as palavras tomam a forma que a tua imaginação quer, Assis, isso é fabuloso. E, ah, peguei-me pensando nos teus versos faz poucos dias. Divagando que estava e ocorreu-me uma percepção dessas que nem sei como surgem, para mim inusitada. Vi-me como se olhasse o mundo pelos olhos de Assis, foi bacana.

Eder Asa disse...

Esse poema é daqueles que se dobra, dobra e não cabem no bolso
Posso compreender que seja para Mai-or entendimento de mundo, ou para Mai-s belo torná-lo.

Com uma dupla assim, papel cria vida mesmo sem dobraduras rs

Wanderley Elian Lima disse...

Olá poeta
E os dobrados vão dando forma e vida, a uma vida que insiste em ficar parada.
Abração

Lau Milesi disse...

Olá, poeta Assis, meus cumprimentos pelo belo poema e pela homenagem super merecida. A Mai é uma querida e também talentosíssima.

Dobro meus votos de sucesso aos dois talentos e agradeço a oportunidade de poder ler suas respectivas belas obras.

Beijosssss para os dois.

Feeling what the other feels disse...

Os detalhes do origami, nas exímias palavras de Assis.
Louvável.
Levo-te...
Boa Noite pra ti e pra Mai.

Lara Amaral disse...

Tão lindo para a querida Mai; tão lindo de viver... =)

Beijo.

Gerana Damulakis disse...

Lindo, para uma pessoa linda.
Bela homenagem.

Everson Russo disse...

Uma belissima homenagem,,,que seja pra sempre esse campo...abraços de bom dia.

Bípede Falante disse...

Eu gostaria tanto de recortar o horizonte.
bjs.

Í.ta** disse...

maravilhoso isso, assis. já passei no blog da mai e adorei demais.

esse cruzar de poemas e sentires. um encanto.

tem lá no um-sentir algo assim :)

grande abraço!

dade amorim disse...

Dois grandes, você e a Mai. E viva os origamis.

Ricardo Valente disse...

muito lindo. a mai é uma doce menina inspiradora.