sexta-feira, 22 de outubro de 2010

375 - poema para todos os batismos

na noite que mascavas inocencias
eu me recostei sobre teus cheiros
exalavas a mocidade dos sorrisos
e tinhas nos gestos o açoite do viço

na noite que mascavas inocencias
eu percebi tuas saliencias de moça
os contornos sinuosos dos silencios
e o gosto que permanece no depois

13 comentários:

Wanderley Elian Lima disse...

Uma inocência provocante, que sabe onde quer chegar.
Abração

Bípede Falante disse...

no noite em que eu mascava inocências também percebi e perdi as minhas!

Jorge Pimenta disse...

e nada mais permaneceu igual, verdade, poeta?
um abraço!

Gerana Damulakis disse...

Uma inauguração: reconhecimento e beleza.

Batom e poesias disse...

Bem sensual.

Tem um desafio e um presente pra você no meu cantinho. Sinta-se a vontade para aceitar ou não.

Grande beijo

Rossana

Mai disse...

Mastigar inocência. Que maculada se perde, transforma... E depois do após, jamais seremos os mesmos.

Um primor!

P.S.

Hoje, teu blog não atualizou, vim aqui porque sou viciada.

beijos

João disse...

Por alguem que se procure..
que escrevas tão bem
quanto...
quanto magia esplêndida
desses versos que encantam
ao olhar dos que não ignoram.

Abrçs


João;

Lau Milesi disse...

Poetas fazem versos mágicos, tão lindos...
E como são "observadores"!
Inocentemente sensual,belíssimo poema.
Um beijo, poeta Assis.

Sandra Botelho disse...

Belas palavras...
Belo soneto.
Bjos achocolatados

Mirze Souza disse...

Assis!

Um batismo com um "gosto que permanece no depois"

Maravilha!

Beijos

Mirze

Vanessa G. Vieira disse...

Realmente, muito sensual este seu poema. Tua facilidade em 'brincar' com as palavras me encanta. ...Mascavas inocências! Isso é muito bom. Abraços!

Cris de Souza disse...

esse poema é um sussurro no umbigo...

beijo, queridíssimo!

dade amorim disse...

E o batismo só acontece uma vez, verdade?