segunda-feira, 19 de setembro de 2011

711 - antipoema para sertão, caboclinho e olhos d’água

a asa do pássaro não incita mistério
é do bico saliente que se intui enigmas
o voo é só a elevação do canto
quando atinge aquelas oitavas
que corrompe as claves em dor e sol
e o mundo inteiro faz arrulho
na inundação de um desconcerto

15 comentários:

Everson Russo disse...

Enigmas de um voo infinito de amor..abraços de boa segunda.

Luiza Maciel Nogueira disse...

A música soa assim como o canto de asa do pássaro. Beijos

Luiza Maciel Nogueira disse...

A música soa assim como o canto de asa do pássaro. Beijos

Zélia Guardiano disse...

Ah, Assis, só esse caboclinho do título já me bastava... Ai, que lindeza: chega a doer!
Abraço da
Zélia

MIRZE disse...

Do bico saliente - enigmas
Na elevação do canto - o voo

BELEZA!

Beijo

Mirze

。♥ Smareis ♥。 disse...

Gostei dessa beleza do voo desse poema. Lindamente perfeito.Gostei tanto que ja estou a seguir. Convido a conhecer meu espaço e fazer parte dos membros se gostares. Um abraço!

Smareis

Rejane Martins disse...

tuas linhas, Assis, sete notas em tons de escalas maiores; estes versos, chaves na escrita da pauta em espaços, a poesia no pio.

Amapola disse...

Boa tarde.

Lindo poema!!
Estou lhe seguindo e voltarei depois, para apreciar com mais calma.

Um grande abraço.
Maria Auxiliadora (Amapola)

O que Cintila em Mim disse...

Vc escreve tão lindamente, que me constranjo em te deixar frases pomposas de conteúdo poético, pois nada que eu escrever suplantará tua criatividade.

Eu estou muito feliz por vc existir.

Verso Aberto disse...

claves de dor e sol...

seus olhares voam

abs Assis

Andrea de Godoy Neto disse...

claves corrompidas em dor, sol e beleza...

passar por aqui é sempre um carinho para a alma, Assis!

beijo

Ingrid disse...

já sentia falta de estar aqui..
perfeito Assis!
beijos.

dade amorim disse...

Oitavas sempre acima em teus poemas.
Beijo, Assis.

Daniela Delias disse...

Vou copiar a Dade rs...aqui sempre se atinge esse tom...
Bjão!!!

Jorge Pimenta disse...

o mundo a arrulhar - imagem perfeita numa voz de timbre único.
abraço, assis!