terça-feira, 24 de agosto de 2010

316 - Poema em resposta as intempéries do vento

Na terceira ordem do dia tu me disseste:
Vai, Assis, cumprir teus poemas em letargia
Eu pus palavras na algibeira e forjei um alforje

Carregado de metalinguagem,
De girassóis e silêncio
De muitas repetições necessárias

Para que o verso sempre soe diferente

18 comentários:

Feeling what the other feels disse...

Seus versos sempre soam diferentes. Você faz duas vidas caberem numa linha. Para você tudo é diferente, gigante, possível. Amo ler-te e preciso-te. Tenha um ótimo dia.

Tania regina Contreiras disse...

Você é sempre outro a cada dia, Assis. É o imprevisível que irrompe nos seus versos e que cria a beleza. Disso gosto também muito: você é mil e um Assis...
Beijos

Joana Masen disse...

Não são apenas 1001 poemas, mas infinitos versos e palavras eternas. Seus poemas são únicos e me caem como uma luva diariamente.
Bjos!

Jorge Pimenta disse...

oh, caro assis, os teus versos, mil e um ou um milhão e um, renovam-se como o que de mais genuíno a natureza nos oferece. ainda assim, sempre com a chancela inconfundível de quem os criou: a tua mão!
um abraço, poeta!

Lívia Azzi disse...

Provocantes esses seus breves versos!

Reflexão, renúncia e introspecção.

Gosto da sagacidade que eles exigem.

Um beijo!

Lara Amaral disse...

Carrega sempre nossos olhares, focam-os nas suas belezas essenciais de poiésis.

Sandra Botelho disse...

E deste alforge carregado de palavras, os versos foram saindo...saindo...e encantando!
Bjos achocolatados

J.F. de Souza disse...

e és bom nisso, meu caro!

1[]!

Luiza Maciel Nogueira disse...

e pelo jeito anda muito bem nessa tarefa do verso poético :), maravilhosos poemas saem daí desse ser Assis

;)

beijos

Gerana Damulakis disse...

Excelente!Fiquei emocionada, há qualquer coisa mágica nesses versos.

Mirze Souza disse...

BELO DEMAIS!

Assis, nada letárgico! Tudo em girassóis e silêncios afloram diferente!

Beijos, poeta!

Mirze

Zélia Guardiano disse...

Ai, que lindeza!
Carregaste, Assis, a bagagem acertada, a matéria-prima formidável, com a qual fazes os lindos versos com que nos brinda diariamente...
Grata!
Imenso abraço

Eder Asa disse...

É um arcernal de poesia n'um poema só.
Muito bom Assis! Assim se ganhar qualquer guerra...

Sou fã!

Daniela Delias disse...

"Vai, Assis"!!! É o que digo todo o dia. Beleza sem par....bjos!!!

MOISÉS POETA disse...

que beleza de poema , meu caro assis!
no teu alforje tem poesia da boa !

abração !

Mai disse...

A poesia espalhada, como as sementes que - ao vento - o homem do campo espalha.
Olhai os lírios, o trigo e olhai dos poetas, as mãos.

Coisa mais linda!

nydia bonetti disse...

teus poemas são sempre novos, assis. em cada um, sopro de alma e vento, enquanto giram os sóís... bjo!

Lua Nova disse...

De todas as condições, talvez o silêncio interno seja o quesito mais importante para que o verso soe diferente...
Caríssimo, teu talento e tua sensibilidade te sobram...
Assis, postei palavras tuas no meu blog branco. Passa lá para ver. Espero que gostes.
Beijos.


http://empoucaspalavrasalheias.blogspot.com/